Seria o efeito placebo uma prova de que milagres não existem?

26/03/2021

O efeito placebo prova que milagres não provém de Deus? Pelo contrário, só comprova que nosso cérebro é tão, mas tão inteligente e complexo que é capaz de curar a estrutura do corpo que ele comanda, sozinho. [Design Inteligente] Isto é, provavelmente não haveria necessidade de remédios se nós tivéssemos total controle do nosso cérebro, prova disso é que por instinto da atividade cerebral, sem a necessidade de fé (placebo), nossos ferimentos menores se curam sozinho, contrariando a física que nossos olhos podem ver. E qual a relação de Deus com o efeito placebo? Bom, já fui budista e recitei mantras por muito tempo, e posso atestar que isto de fato funciona, essas rezas "empurram" as coisas a nosso favor, já está provado cientificamente que a fé move "montanhas" [hipérbole]. A questão é que todos os créditos e todas as coisas só ocorrem pela permissão do Criador dessas "leis desconhecidas", Deus é o mantenedor de toda ordem cósmica. Devemos ser dignos e honestos em reconhecer que toda essa estrutura funciona por sustentação de Deus, devemos honrar o Criador como Ele merece pois é d'Ele em que tudo depende, até mesmo a oposição que existe em relação a Ele mesmo. Seria uma grande hipocrisia do homem usar as leis de Deus, para benefício próprio, sem honrar o Criador destas leis. Argumentar que o efeito placebo prova a inexistência de Deus é apenas uma opinião, nada mais do que uma hipótese sem fundamento, nunca uma prova! Aliás, o que seria uma prova? O placebo justamente demonstra o que a Bíblia Sagrada fala há milênios, isto é, que existem "leis desconhecidas" que nosso cérebro controla ao agir em nosso favor em diversas áreas. Cientificamente falando, tanto o ateu quanto o crente, estão empatados neste debate porque, o ateu alega que o efeito placebo não tem "causa externa", já o crente alega que este efeito possui "causa externa", porém nenhum dos dois lados pode comprovar o que estão falando.

Ademais, com a fé (leia-se placebo), o crente atesta que existe a própria causa externa à fé (placebo). Já o ateu, com a fé (placebo) atesta que a fé (placebo) não tem causa externa, ou seja, o ateu usa a própria fé (de que não há causa externa), para afirmar que a fé não possui causa externa, o que quero dizer é que o ateu precisa de fé para afirmar que a fé não possui um Criador, é como afinar um instrumento musical alegando que não existem frequências musicais. Um pouco contraditório na minha opinião.

"Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito." Romanos 8:28

Autor Parceiro: Felipe D'Avila - Formação: Graduado em História, Geografia e Pós-Graduado em Filosofia e Sociologia

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