O Foragido

17/01/2021

Remoer os erros do passado é prática de auto açoite. É barulho ensurdecedor no mais absoluto silêncio. Pesadelo antes do sono e total descrédito em qualquer novo fôlego. O pânico? A conta que sempre chega. Para os "Fora da Lei", vem alta, a preço de sangue. Jacó se sentiu assim. Induzido pela mãe que armou o circo, o caçula aceitou subir ao palco da tenda e trapacear seu velho pai. Tomou para si a bênção da primogenitura, mas também a maldição das culpas avassaladoras.

Pisou a moralidade sobre os destroços da família que soterrou. Saiu sem apagar a ira que havia acendido no irmão.

No calor do desespero, só a fuga lhe restou. Partiu sem rumo, sem prumo, vivendo, literalmente, cada dia como se fosse o último. O que ele não sabia é que muito antes de ter se tornado alvo do irmão, já tinha seu nome na lista de procurados por Deus.

Em meio a densas trevas, chorou, clamou e apagou. A própria Luz o respondeu.A escada dos sonhos conectou seu pedido de perdão ao favor imerecido do Criador. Sobre a rocha, o Senhor lapidava em seus lábios um novo motivo para sorrir.

E ainda que, por conclusão, divisão fosse transformada em reconciliação, Israel celebrou o abraço de Esaú como símbolo da vitória que existe em Cristo Jesus. Porque foi o Senhor que esgotou suas forças, rompeu suas lágrimas, desferiu-lhe a coxa, provou-lhe a fé. E o mais lindo é que, por meio dela, salvou-o de toda obscuridade do pecado.

Existe esperança para todo foragido. A cobrança já foi feita e o sangue derramado. Aceite hoje a Jesus que não em escada, mas em cruz, subiu e abriu os braços para lhe oferecer a redenção.

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