A lei de Deus

04/05/2021

Quando o povo de Israel tornou-se escravo no Egito, Deus cumpriu a promessa que havia feito a Abraão de que não abandonaria a sua descendência e assim providenciou um libertador. Moisés havia sido o escolhido desde seu nascimento. Apesar das dificuldades da época, os desígnios de Deus se cumpriram e o povo foi liberto da escravidão.

Peregrino no deserto, Deus prometeu ao povo uma terra abençoada, onde manaria leite e mel. Na caminhada rumo a terra prometida, vez após vez o povo podia contemplar milagres inimagináveis. Desde a abertura do mar vermelho, água que brotara de uma rocha, nuvem que fazia sombra durante o dia e fogo que iluminava e aquecia a noite, a presença de Deus era certa em todas as circunstâncias. 

Mas o povo de Israel tinha a tendência muito forte de esquecer-se rapidamente Daquele que os mantivera dia após dia nas circunstâncias mais desafiadoras. Influenciados pela cultura idólatra do Egito, o povo seguidamente procurava nos ídolos de bronze, ouro e barro depositar suas preces e petições. 

Observando o quanto o povo havia se desviado de Seus caminhos, Deus deu a Moisés as tábuas da lei, escritas pelo Seu próprio dedo, os dez mandamentos. A lei de Deus era a reconciliação e aliança de obediência que o povo faria com o Ele. Nas tábuas da lei, Deus escreveu de forma clara e objetiva como seria o comportamento daqueles que lhe obedecem e confiam em Seus designíos. 

"Não terás outros deuses diante de Mim." Este foi o primeiro mandamento, seguido de "não façam imagens de escultura." Deus sabia que as imagens e ídolos nunca poderiam abençoar o povo. "Não digam o meu nome em vão." Aquele povo não poderia esquecer-se da santidade e da grandeza de Deus. "Lembrem-se do dia de sábado para o santificar." Lembrar-se do sábado, este que foi o dia separado por Deus lá no Édem, seria um sinal, um dia separado e abençoado para que os povos da Terra pudessem reconhecer a Deus como Criador e Mantenedor do Universo.

"Honre teu pai e tua mãe, não mate, não adultere, não roube, não diga falso testemunho, não cobice." Esses mandamentos ensinavam o povo a viver de maneira íntegra e honesta diante de todos.

Deus sabia que aquele povo precisava de perdão, reconciliação e obediência. A oportunidade foi dada ao povo de Israel e os mandamentos seriam como uma bússola que apontava para Aquele que estava com eles em todos os momentos.

Os mandamentos de Deus, até hoje, servem para que possamos compreender o que Deus espera de nós. Como o povo de Israel, com o passar do tempo podemos esquecer-nos, assim, a lei de Deus serve como um espelho que nos mostra o que está errado conosco. 

A Bíblia diz que Jesus, em Mateus 22:37-40, resumiu a lei de Deus, em dois grandes mandamentos: "Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas."

O resumo não substitui os dez mandamentos, mas abrange a todos eles. Amar a Deus significa reconhece-Lo com único Deus, obedecendo e separando um dia para reconectar-se com o Criador. Amar o próximo envolve honra, honestidade, bondade, enfim tudo o que está claramente escrito na lei de Deus.

Os Dez Mandamentos são princípios eternos que norteiam nossa vida diante de Deus. No livro de Mateus 5:17, Jesus declarou: "Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir."

"Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama. Se alguém me ama, guardará os Meus mandamentos, e Meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada" João 14:21

Autora: Ana Paula Santos

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